segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Quanto custa ter uma doula???

Este post é quase um "retweet"... hehehehe... 
Eu peguei da Ingrid, que pegou da Cintia.... Vale muito a pena ler!



Eu sempre falo que a pergunta deve ser outra, quanto custa não ter uma. E custa muito.

Pode custar o desespero nas últimas semanas da gestação, o sentimento da falta de apoio. Lembrem-se, gravidíssimas são emotivas por excelência - e ser taxada de aberração por desejar o natural é cruel.

Pode faltar o apoio simples para trocar o médico cesarista. Pode faltar alguém que didaticamente lhe ajude com os medos específicos do parto, um ombro amigo que não vai tentar lhe convencer que o corpo é defeituoso.

Pode custar uma ida precipitada à maternidade, que invariavelmente recairá numa série de intervenções - dolorosas, humilhantes e desnecessárias.

Pode faltar em TP alguém experiente, e que possibilite ao pai curtir o momento sem se preocupar em ser responsável. Pode faltar alguém com lide suficiente para lhe lembrar de comer e beber. Alguma sugestão de respiração, massagens, posições e exercícios nas contrações e expulsivo. Pode faltar alguém para lhe dar um ânimo de confiança.

Pode faltar alguém com tato e confiança na amamentação.

As doulas tem a inteligência emocional desenvolvida: sabem o que falar e como, no momento mais vulnerável de nossas vidas. Dão a segurança para que os papais possam curtir o momento sem pressões. É um bicho multi-uso: ajuda a vencer os medos da gravidez, serve de ombro amigo, ajuda a compreender os processos próprios do parto, cronometra contrações, atende o celular, prepara algo para comer. Sugere posições para alívio de dor e também para acelerar algum ponto. Um guia do desconhecido. Diminui estatisticamente as necessidades de analgesia, fórceps e cesáreas - vai menosprezar isso?

E o dinheiro? É pouco. Com certeza, dá-se sempre um jeito de pagar. Não é absolutamente tão caro quanto você imagina, e valeria a pena mesmo que custasse o quádruplo. Passe nesse meu post sobre enxoval e reveja seus conceitos do que é realmente importante. Se você colocar no papel quanto custariam os desdobramentos de uma cesárea e uma amamentação falida, dá muito e MUITO mais do que o custo da doula - sem contar no aspecto psicológico de viver a experiência mais marcante de uma mulher com plenitude.

A pergunta é: posso não ter doula e ter um belíssimo parto natural? Claro que pode, é tudo uma questão de respeito e conhecimento. Ter doula durante o TP é uma escolha - por exemplo numa casa de parto boa com acompanhante carinhoso ou domiciliar com certas parteiras. Agora num hospitalar, ainda mais no Brasil, acho totalmente improvável - não recomendo em hipótese alguma. Sou da opinião que se vc acha que está em 'dúvida' se quererá uma doula, pegue. Nunca vi nenhuma se arrependendo de ter.

Não caia na besteira de achar que acompanhante fará esse papel: o mais normal é tal pessoa não querer que a parturiente 'sofra', ficam com pena, ou simplesmente se apavoram com o parto. Não é por mal, simplesmente é a falta da segurança e experiência.

Agora, mais importante do que ter doula durante o parto é o apoio de casais grávidos, grupos de mães que amamentam. São de vital importância.

Cursos ONG Amigas do Parto

Estava aqui babando novamente nos cursos da ONG Amigas do Parto... e como não po$$o fazê-los, resolvi pelo menos divulgá-los aqui!!

Tem diversos cursos.... todos bacanérrimos, online e com tradução simultânea (a coisa é internacional, gentchiiii):
  • A Tenda Vermelha   
  • Aleitamento Materno  
  • Atendimento Obstétrico Domiciliar
  • Cuidados com o Bebê
  • Doulas
  • Humanização Online - Reciclagem e aprofundamento 
  • Preparação ao Parto
  • Psicologia da Gravidez, Parto e Pós-Parto

Nem preciso dizer que gostaria de fazer no mínimo uns três dessa lista toda! haahahah.. Mas já que eu não tô podendo financeiramente, que faça alguém que possa né?


Um beijo e bom estudo!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Absorvente e sexo podem evitar endometriose

Estudo, cujos resultados surpreenderam os pesquisadores, sugere que as mulheres que usam absorventes internos ou fazem sexo durante a menstruação teriam menos propensão de desenvolver endometriose. A pesquisa realizada com mulheres com e sem endometriose mostrou que aquelas que usavam exclusivamente absorventes internos eram menos propensas a ter a doença. Os resultados foram similares entre mulheres que mantinham relações sexuais pelo menos às vezes durante o período menstrual.
Contudo, as descobertas apenas estabelecem uma associação entre esses comportamentos e o baixo risco de endometriose, em vez de provar que o uso de absorventes internos e sexo na menstruação podem evitar a doença. "Pode-se dizer que... (as descobertas) abrem a porta para estudos futuros", disse o médico Harvey J. Kliman, da Universidade de Yale, em New Haven, Connecticut (EUA).
Kliman, o autor sênior da pesquisa, disse à Reuters Health que as descobertas de sua equipe eram "bastante surpreendentes", levando em conta o que os pesquisadores sabem sobre o desenvolvimento da endometriose. A endometriose ocorre quando o tecido que reveste o útero (o endométrio) é encontrado fora do órgão - geralmente nos ovários e nas trompas de Falópio e quase sempre fica na região pélvica. Normalmente, o endométrio se rompe e mensalmente é eliminado durante o período menstrual.
Mas o tecido endometrial na superfície externa do útero não tem saída e a área ao redor pode ficar inflamada e inchada, frequentemente causando dor. Especialistas acreditam que o refluxo do fluido menstrual - condição chamada menstruação retrógrada - contribui para a enfermidade. Qualquer coisa que intensificar esse fluxo, incluindo absorvente interno e sexo, poderia aumentar o risco de endometriose. Com o novo estudo, Kliman declarou que "estávamos absolutamente convencidos de que sexo durante a menstruação seria algo ruim".
Mas na pesquisa, realizada com mais de 2 mil mulheres, os cientistas verificaram o contrário. Ao perguntar às participantes sobre a atividade sexual, as mulheres com endometriose foram menos propensas a responder que faziam "às vezes" ou "com frequência" durante a menstruação, comparadas àquelas sem a condição. Elas também tendiam mais a "nunca" ou "raramente" fazer sexo nesse período, segundo os resultados publicados na edição de junho da revista Gynecologic and Obstetrical Investigation. A mesma situação foi observada quando as mulheres foram questionadas especificamente sobre orgasmo durante o ato sexual.
Os autores sugerem que ter um orgasmo na menstruação pode proteger contra a endometriose ao intensificar as contrações uterinas que expelem o fluxo menstrual. Em relação ao uso de absorventes internos, conhecidos como tampões, poucas mulheres com endometriose relataram usar exclusivamente esse tipo de absorvente atualmente e no passado- menos de 12 por cento, comparadas aos 21 por cento das mulheres saudáveis. As que usavam os absorventes convencionais tinham mais que o dobro do risco de endometriose, mostrou o estudo.
A indicação de um efeito protetor dos absorventes internos "realmente nos surpreendeu", afirmou Kliman. Ele ressaltou, como explicação para essa ligação, que os absorventes internos podem ajudar a puxar os "resquícios" durante a menstruação, em vez de obstruir sua saída. Contudo, se os absorventes internos podem evitar a endometriose ainda não está claro. Além disso, o estudo se baseou na lembrança da mulher de seu histórico menstrual e sexual. E como os sintomas da endometriose incluem relação sexual e menstruação dolorosos, as aquelas com a condição podem evitar as relações sexuais durante a menstruação.
Mesmo assim, Kliman apontou que a pesquisa perguntou às mulheres sobre seu comportamento ao longo dos anos reprodutivos. Além do efeito protetor, Kliman afirmou que as descobertas devem ajudar a "livrar-se do medo" de que os absorventes internos contribuem para a doença. Ele disse que alguns especulavam que esse tipo de absorvente - que até a metade da década de 80 continha dioxina - pode promover a endometriose. "Isso (estudo) me faz pensar que os absorventes internos certamente não levam à endometriose", destacou o pesquisador. "Acredito que posso dizer com certeza."

6 cuidados para cuidar da região íntima feminina

Achei bacana essas dicas... e como meu público-alvo são as mulheres resolvi trazê-las para cá!


As mulheres costumam não relaxar quando o assunto em questão é a beleza. Investem em cremes e tratamentos para deixar a pele, as madeixas e o corpo mais bonitos. No entanto, tendem a não ter tantos cuidados com uma região bastante importante: a íntima.

"Têm de dar mais valor a ela. Além da questão da saúde, os homens prestam mais atenção nela do que nos cabelos, que recebem muitos investimentos", disse o ginecologista Eliano Pellini, chefe do setor de saúde e medicina sexual da Faculdade de Medicina do ABC. Em época de calor, praia e piscina, alguns cuidados são imprescindíveis.

Para evitar problemas, até mesmo na vida sexual, siga seis dicas simples listadas pelo médico:

1) Use sempre sabonetes com pH ácido (entre 3,5 e 5). Os sabonetes comuns têm pH alcalino, o que diminui a defesa natural e gera crescimento da quantidade de bactérias.

2) Mantenha a região arejada, porque o abafamento leva à proliferação de bactérias. Isso não significa que deve circular por aí sem calcinha e só de saia. Basta evitar o uso de protetor de calcinha e de roupas muito apertadas. Vale apostar em lingeries confortáveis de algodão no dia a dia. "Quando for namorar, pode usar uma mais sexy, até porque logo vai tirá-la".

3) Os pelos protegem a região. Por isso, nada de apará-los radicalmente. "A recomendação para ficar confortável com o biquíni ou a calcinha sem deixar a região exposta é depilar três dedos acima do clitóris e deixar dois dedos nas laterais. Os pelos não podem ser muito curtos, por isso, devem ter dois dedos de altura".

4) Quando for à praia ou relaxar à beira de uma piscina, não permaneça com o biquíni molhado. É importante trocá-lo, já que favorece irritações.

5) Troque o absorvente interno, no máximo, a cada três horas. "Se passar disso, em vez de absorvente, se torna um irritante".

6) Lave as calcinhas com sabonetes próprios. Os convencionais podem promover alergias.

Sexo na gravidez: 10 posições prazerosas e confortáveis

Pra começar 2010 bem!!!


Algumas posturas são melhores para a grávida porque deixam a barriga à vontade. “É o caso da ‘colher’, em que o homem e a mulher ficam de lado”, sugere a sexóloga Laura Muller. Veja a seguir algumas sugestões para que o casal possa curtir os nove meses de uma forma divertida, diferente, gostosa e, claro, com muita sedução.


 

1. Em pé: Com o apoio da parede, o homem sustenta o peso da parceira, segurando-a pela parte posterior das coxas. É ideal para os primeiros meses da gravidez ou enquanto a barriga ainda estiver pequena. À medida que o útero cresce, a postura pode prejudicar a coluna.



2. De joelhos: Ele se ajoelha e ela fica apoiada em um dos joelhos. A mulher pode abraçar a cintura do parceiro com a outra perna. Essa posição é sugerida para os primeiros meses de gravidez (até o terceiro mês), quando o útero ainda não se dilatou muito.





3. Cachorrinho: Nesta posição, a mulher mantém a barriga totalmente solta, enquanto o homem, ajoelhado, controla a penetração. A postura é bastante confortável durante os primeiros trimestres. Nos últimos três meses, a barriga pesada desequilibra a coluna, que fica mais vulnerável nessa posição.





4. Pelve levantada: Enquanto ela se deita sobre travesseiros (que devem estar acomodados sob a coluna), ele, de joelhos, controla a penetração. Assim, a barriga fica livre. A pelve levantada pelas almofadas facilita o orgasmo. Pode ser experimentada até o sétimo mês. Depois disso, com a barriga muito grande, a posição tende a ficar desconfortável.




 

5. Colher: É uma das posturas mais confortáveis para a grávida e poderá ser praticada durante a gestação toda. O casal se encaixa de lado e a mulher pode usar um travesseiro pequeno sob a barriga para mantê-la apoiada. A postura deixa a barriga em posição de descanso, como se fosse em um ninho. Outra vantagem é que a coluna, às vezes prejudicada pelo peso da barriga, se mantém em linha reta.





6. Sentada: Sentada em frente e sobre o parceiro, a mulher está à vontade para controlar os movimentos e a intensidade da penetração. Isso permite que ela mantenha a barriga livre, sem nenhuma pressão. Uma postura agradável e suave principalmente a partir do oitavo mês, quando a barriga está mais dolorida devido ao aumento do útero.





7. Papai e mamãe adaptado: Para não pressionar a barriga da parceira, o parceiro não deita totalmente sobre ela. Mantém o tronco um pouco elevado. Assim não há pressão no útero – essencial a partir do segundo trimestre, quando o órgão aumenta bastante de tamanho.






 

8. Cruz: Essa é uma alternativa pela qual o casal pode optar até o final da gestação. A mulher fica deitada com as pernas flexionadas sobre o corpo do parceiro, que se encaixa nela de lado. Nessa postura, o conforto para a mulher é extremo já que além da coluna bem posicionada, ela mantém a barriga apoiada na cama e em situação de descanso.





9. Sentada de costas: A grávida se senta sobre o homem – de costas para ele – de forma confortável. Como a barriga fica livre e a mulher consegue maior controle sobre os movimentos, a posição permite a relação sexual até o final da gestação.





10. Armadilha da serpente: Vem do Kama Sutra esta sugestão de nome tão curioso. A mulher fica sentada sobre o parceiro, de frente, e ambos seguram os pés um do outro. O arranjo permite ao casal balançar, em um estimulante movimento de vai-e-vem, e deixa a barriga livre. Além disso, evita a pressão sobre o diafragma – com o aumento do útero, a tendência é que o órgão comprima o músculo respiratório e dificulte um pouco a respiração. Com essa posição, a liberdade e o conforto são maiores. Até o final da gravidez.

*Fonte: Bebê.com.br